quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

5,4,3,2,1... Feliz ano novo


2008 está terminando, vai me deixar saudades, muitas coisas boas aconteceram para mim...

Cresci muito esse ano, aprendi, descobri, tive muitos contratempos também que foram importante porque me fizerem parar e pensar.

Às vezes na ânsia por acertar não olhamos para os lados e saímos atropelando tudo.

O blog me trouxe muitos amigos, pessoas que se tornaram importantes e que mesmo sem as conhecer pessoalmente me preocupo e torço.

Faltam poucos dias para 2009... E quero agradecer a cada um de vocês que passaram por aqui, deram uma opinião, me desejaram sorte... Todos vocês que de alguma forma, com uma palavra fizeram a minha vida mais feliz.

Desejo a todos um 2009 de bom senso, de paciência, de esperança, de fé... Que DEUS em sua infinita bondade tenha misericórdia de nós e que possamos ser pessoas melhores.

Abraços

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Eta povinho ordinário

A mídia divulgou: " Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu, por unanimidade, não assinar a promulgação da PEC dos Vereadores "
Eu pensei... até que enfim os deputados fizeram alguma coisa boa, LEDO ENGANO, pois a PEC já havia sido aprovada pela Câmara em maio deste ano e a decisão de não assinar foi simplesmente pelo fato dos senadores terem modificado os percentuais das receitas municipais. A PEC estabelece que poderão ser gastos o mínimo de 2% e o máximo de 4,5 % do orçamento municipal. Atualmente, os gastos variam de 4,5% a 8 %.
Ou seja os senadores que eu estava achando uns “fila da mãe” por terem aprovado esse projeto que do meu ponto de vista é TOTALMENTE DESNECESSÁRIO, passaram de bandido a mocinho e os deputados que eu achava ter feito algo de bom são os $#@%$#...

E a mídia.... que deveria informar, distorce!!!
Tá dificil descobrir quem é pior, eita povinho ordinário.


quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Então, é natal e o que você fez?

As empresas fazem balanços no final do ano e a partir desses analisam sua situação (lucros e prejuízos) é uma ferramenta importantíssima que ajudará no estabelecimento de novas metas e em possíveis mudanças para que se obtenha melhores resultados... ( não sou contadora e esse é um conceito simplista baseado no empirismo)... esse exemplo é apenas para se fazer uma alusão a vida.. nossas vidas...
Não precisamos esperar chegar o final de um ano para fazermos um balanço de nossa vida isso deveria ser feito a todo momento... Mas como no final do ano ficamos mais envolvidos pelo “espírito natalino” (embora eu ouça a todo instante que meramente comércio) tendemos a fazer essas analise de nossas vidas (nossos balanços).

E agora, é natal!? O que eu fiz? O que eu fiz nesse ano?

A maioria de nós, assim como as empresas fazem um balanço MATERIAL... consegui comprar minha casa própria ou aquele sonhado carro zero...

MAS e espiritualmente, o que fizemos... conseguimos ser pessoas melhores, é muito fácil ser bom com quem é legal com agente... e aquele colega “problemático” lá do trabalho em algum momento tivemos paciência ou pensamos que ele podia ter alguma razão?
Ajudamos??? Perdoamos??? Ou esperamos ajuda e perdão!!!

Muitas (ou todas) doenças físicas são causadas por nós mesmos: a falta de perdão, as emoções reprimidas, o medo, a magoa, a culpa, A FALSA EVOLUÇÃO... precisamos refletir e mudar de verdade.

“MENTE SÃ, CORPO SÃO”

Precisamos de corações generosos, de pessoas realmente preocupadas com o próximo.

São poucos os que ouvem, mas são muitos os que querem falar...

Quando somos verdadeiramente bondosos, todo o restante é apenas conseqüência.

Então em 2009 deseje ser uma pessoa melhor, e vigie todos os dias, nunca perca seu foco. Pode não ser fácil, pois ainda temos muitas imperfeições é necessário perseverar. Acredite DEUS nos dará a força.

Feliz Espírito novo a todos.

domingo, 30 de novembro de 2008

Depois da tempestade vem a bonança?

Acostumada com as secas aqui no nordeste, apesar de está já a algum tempo longe do sertão, tenho plena consciência do estrago que esse problema crônico causa... Por esse motivo assisto com um certo pesar e atenção aos noticiários sobre as enchentes em Santa Catarina.

Muitos questionamentos me vêem em mente:

Será que nada vai acontecer? Ficaremos sempre ao capricho do destino? Vários pesquisadores já avisaram sobre a relação aquecimento global / enchentes, secas etc... Será necessário perdermos tudo para tomarmos uma providência?

Tá podem até dizer que é um problema complicado demais já que depende do mundo todo, certo, mas tem uns bem “fáceis” de resolver: OCUPAÇÃO DESORDENADA DO SOLO... Infra-estrutura...

Todas as cidades têm um PDU (Plano diretor Urbano) que “TEORICAMENTE” organiza o crescimento e o funcionamento da cidade...
Prefeitos, vereadores, população??? Vamos ficar esperando os desabamentos acontecerem, para depois limpar a lama e construir tudo novamente no mesmo LOCAL??

Outro dia assisti ao filme – Um ensaio sobre a cegueira... A impressão que me dá é que estamos vivendo a tal “cegueira branca” como é que podemos nos dizer civilizados quando em uma situação de calamidade pública, muitos aproveitam para saquear comércios e casas... É necessário que a policia estabeleça toque de recolher?
Não é possível pensar em “civilização” quando os instintos MAIS básicos não foram satisfeitos!

O que será feito com todo o lixo produzido (móveis, colchões, utensílios etc)? sabe aquela frase: SEU CONSUMO TRANSFORMA O MUNDO!!! Acho que é isso ai...

Vamos mudar de atitude e esperar que depois da tempestade REALMENTE venha a bonança.

sábado, 15 de novembro de 2008

Uma oração

"Quando a oração é sincera e bem intencionada, sempre é benéfica, em qualquer momento, em qualquer lugar."

Senhor, dai-me PACIÊNCIA para aceitar as coisas que não posso mudar, CORAGEM para mudar as que posso mudar... e SABEDORIA para reconhecer a diferença.

Um vázio, um medo, um eterno conflito interno...

Apagaram tudo, pintaram tudo de cinza.

PS.: O outro template me causou alguns problemas, troquei e tá aparecendo esse link "LEIA MAIS" que dá para lugar nenhum. :-P
Estou tentando resolver se alguém tiver alguma idéia deixa um comentário ai, Valeu!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

As 10 mais...

A Iza propôs e eu gostei, então segue:

As 10 coisas que mais gosto

1 - Almoços em familia e com os amigos
2 - Computador com internet
3 - Crianças e Chocolate
4 - Paixão e muito Beijo na boca
5 - Cinema
6 - Mar, Praia com sol
7 - Ler (leio tudo até bula de remédios rsrs)
8 - Pôr do Sol
9 - Lua Cheia
10 - Brisa no rosto

As 10 coisas que NÃO gosto

1 - Gente que reclama de tudo
2 - Engarrafamento
3 - Ficar doente
4 - Insônia
5 - Comida Japonesa e chinesa (sou chata mesmo)
6 - Filmes de terror
7 - Violência
8 - Lavar a louça
9 - Cigarro
10 - Imposição

É isso.

domingo, 2 de novembro de 2008

Dona Comunicação

Encontrei esse texto entre outros da época do ensino fundamental... algumas coisas nunca mudam...

" Otávio, o caixa, por certo nunca ligara para problemas de comunicação. Falava... e dizia. Pronto. O Interlocutor que escutasse e entendesse.


Ignorava, talvez, que a cada um universo de ouvintes corresponde linguajar específico, um repertório.

Palavras com “isótopo e fissão” só costumam ser inteligíveis entre os iniciados em Física Nuclear.

Expressão como “Malagueta diz que vai apagar o macaco” pode ser corriqueira entre policiais e malandros, mas para outros mortais carece de tradução “Malagueta diz que vai matar o policial

Otávio não atentava para isso. E se julgava, decerto, possuidor de comunicação universal, acessível a qualquer repertório. Falava e dizia. Quem ouvisse que escutasse.

Assim quando Terezinha lhe apresentou o cheque, ele nem imaginou que a cliente talvez não entendesse o idioma bancário e falou:

- Por favor, moça. Seu cheque é nominal a Terezinha Gomide. Precisa de endosso.

Terezinha escutou, mas não ouviu. Nominal? Endosso? Endosso tinha sabor de açúcar. Mas não, era possível, não tinha nada a ver.

- Desculpe, seu Otávio. Não entendi.

De novo o caixa falou e disse:

- Simples, coloque sua firma aqui no verso.

Ainda sem ouvir, a cliente espichou-lhe o olhar interrogante. Verso? Firma?

Que diabos. Antes “nominal”. Agora “verso”, “endosso” e também “Firma”. Ora, eu não sou sócia de nada! Nem poeta! Terezinha, atônita, achou de desperguntar:

- Perdão, seu Otávio. Continuo não compreendendo.

Deu-se, por fim, o estalo. O caixa sentiu os cifrões da própria língua. Pensou no repertório de Terezinha e tratou de adivinhá-lo. Fácil, pensou. Com um sorriso de psicologice, foi virando o cheque.

E apontou, jeito cúmplice:

- Coloque aqui seu nome. Assim... como você faz no final de carta pro seu namorado.

Terezinha iluminou-se. Decidida, pegou firme na caneta e lascou no verso do cheque:

“Com todo amor, um grande beijo. Terezinha.”

Diante daquela Terezinha sorridente, Otávio, o caixa foi apresentado à Dona Comunicação.

Sentiu naqueles olhos brilhantes que há repertórios e repertórios.

E que falar nem sempre é dizer."


(Nota: Não encontrei o autor. )

Uma semana bem COMUNICATIVA para todos

Abraços